Política

Lula ao elogiar Lampião mostra sua verdadeira face de apoio ao crime organizado e desprezo pelo Povo

Lula e seu idolo criminoso Lampião: Ao elogiar Lampião o presidente mostra sua verdadeira face de apoio ao crime e desprezo pelas vítimas da violência

Lula e seu idolo criminoso Lampião: Ao elogiar Lampião o presidente mostra sua verdadeira face de apoio ao crime e desprezo pelas vítimas da violência

A recente declaração do presidente Lula, comparando-se a Lampião e elogiando o cangaceiro como símbolo de força, é um tapa na cara do brasileiro honesto. Quando o chefe da nação exalta um dos maiores criminosos da nossa história, ele não está apenas contando uma história do passado; ele está mandando um recado claro sobre quem ele admira. Lampião não foi um herói. Ele foi um assassino cruel, um estuprador e um terrorista que espalhou o medo pelo sertão. Elogiar tal figura é, na prática, mostrar desprezo pela lei e simpatia pelo mundo do crime.

Para o cidadão comum, que acorda cedo e paga seus impostos, é assustador ver o presidente da República tentando transformar um bandido sanguinário em ídolo. Isso explica muito sobre a situação atual do Brasil, onde a impunidade reina e o criminoso tem mais direitos que a vítima. Se o modelo de conduta do governo é um cangaceiro que degolava inocentes, como podemos esperar que esse mesmo governo combata o tráfico, as facções e a corrupção? A verdade é dura, mas precisa ser dita: quem admira bandido não tem moral para combater o crime.

Lampião era um ladrão e estuprador, não um herói

O bando liderado por Lampião era uma máquina de fazer o mal. Eles não roubavam dos ricos para dar aos pobres. Eles roubavam de quem podiam, estupravam mulheres na frente das famílias e marcavam o rosto das pessoas com ferro quente por pura maldade. Não havia “justiça social” no cangaço, apenas violência bruta contra gente indefesa.

Quando Lula diz que tem a “sanguinidade” de Lampião, ele está se associando a essa herança de barbárie. Ele ignora o sofrimento das milhares de famílias nordestinas que perderam tudo, inclusive a vida, nas mãos do cangaço. É uma inversão total de valores. Em um país sério, líderes políticos exaltam policiais, juízes honestos e cidadãos trabalhadores. No Brasil de hoje, exaltam-se saqueadores e assassinos, passando a mensagem de que o crime compensa e pode até virar motivo de orgulho nacional.

Em Mossoró o povo armado se defendeu

A história de Lampião também nos ensina uma lição valiosa que o governo atual tenta esconder: bandido só tem coragem contra quem está desarmado. O maior fracasso da carreira de Lampião foi o ataque à cidade de Mossoró, no Rio Grande do Norte. Lá, ele não encontrou vítimas fáceis. Encontrou um povo preparado, armado e decidido a defender suas casas e suas famílias.

O prefeito da cidade organizou a população, distribuiu armas e montou trincheiras. Quando o bando invadiu, achando que seria fácil, foi recebido à bala. O resultado? Lampião e seus comparsas fugiram com o rabo entre as pernas. Isso prova que a única linguagem que o crime organizado entende é a força. O desarmamento da população, defendido com unhas e dentes pelo atual governo, serve apenas para deixar o cidadão honesto refém, enquanto os bandidos continuam armados até os dentes.

Lula não faria falta no mundo

A saga de Lampião só acabou quando a polícia agiu: O Tenente da Polícia Militar João Bezerra e sua tropa não foram lá para dialogar ou oferecer “direitos humanos” para quem cortava cabeças. Eles foram para cumprir a lei e acabar com o terror. E foi o que fizeram na Grota do Angico. A morte de Lampião e o fim do cangaço trouxeram paz ao sertão e mostraram que o crime não pode vencer a ordem.

O Brasil de hoje precisa resgatar esse espírito de justiça. Não podemos aceitar governantes que flertam com o crime e romantizam bandidos. A criminalidade e a tirania devem ser combatidas com armas, leis duras, polícias e forças armadas apoiadas pelo Povo.

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