Por Redação Faca na Caveira
A recente abertura dos arquivos secretos do caso Jeffrey Epstein trouxe à tona uma conexão que muitos desconfiavam, mas poucos tinham coragem de verbalizar. Documentos liberados pelo Departamento de Justiça dos EUA e análises de investigadores independentes apontam para uma ligação perturbadora entre o maior predador sexual da elite americana e o maior abusador da história do Brasil, João de Deus.
Embora operassem em hemisférios diferentes, a semelhança no modus operandi e a existência de e-mails citando diretamente o falso médium brasileiro no contexto das atrocidades de Epstein revelam um padrão global. A suspeita não se resume apenas ao abuso sexual sistemático, mas recai sobre um mercado negro de tráfico humano e “fábricas de bebês” financiadas por milionários que se achavam acima da lei.
O E-mail Revelador sobre Fábricas de Bebês
Entre os 3,5 milhões de arquivos desclassificados, um e-mail específico de 2020 acendeu o alerta máximo. A mensagem, trocada entre interlocutores ligados à investigação, discute o suicídio da ativista Sabrina Bittencourt, responsável por denunciar os crimes de João de Deus. O texto faz uma ponte direta entre as acusações contra o brasileiro e as práticas de Epstein em seu rancho no Novo México.
No e-mail, é citado que João de Deus mantinha mulheres em cativeiro obrigadas a engravidar e que esses bebês eram vendidos para famílias estrangeiras por valores entre 20 mil e 50 mil dólares. A mensagem prossegue afirmando que Epstein teria “feito algo semelhante” no Zorro Ranch, oferecendo dinheiro para mulheres gerarem bebês para o “mercado negro”. Essa correspondência oficializa, dentro do processo americano, a tese de que ambos os criminosos não apenas abusavam de mulheres, mas operavam esquemas de eugenia e tráfico infantil com a conivência de poderosos.
Oprah Winfrey como Elo em Comum
Uma figura central conecta os dois mundos e levanta suspeitas sobre a elite midiática global. A apresentadora americana Oprah Winfrey, conhecida por sua imagem pública imaculada, promoveu ativamente João de Deus em seu programa, visitando Abadiânia em 2012 e chamando-o de “homem de milagres”. Essa validação internacional foi crucial para atrair vítimas estrangeiras para o Brasil, servindo como um selo de qualidade para o criminoso.
Paralelamente, o nome de Oprah aparece em listas de contatos e rumores associados à rede de Epstein, embora ela negue veementemente qualquer envolvimento criminoso. A coincidência de ter promovido um monstro no Brasil e transitado nos mesmos círculos sociais de outro monstro nos EUA levanta questões sérias sobre o discernimento ou a possível cumplicidade daqueles que moldam a opinião pública mundial.
Bill Clinton e a Rede de Proteção Global
Outro ponto de convergência é o ex-presidente Bill Clinton. Frequentador assíduo do jato de Epstein, com mais de 26 voos confirmados, Clinton também tinha conexões com o Brasil e com figuras que orbitavam João de Deus. A rede de influência que protegia o criminoso brasileiro, envolvendo políticos, ministros e celebridades, espelha perfeitamente a rede de proteção que Epstein construiu nos Estados Unidos.
Ambos os predadores usavam fachadas respeitáveis para atrair vítimas e blindar suas operações. Epstein usava a “ciência” e a “filantropia”, enquanto João de Deus usava a “espiritualidade”. A suspeita é de que essa rede global de tráfico de crianças usava a estrutura de um para abastecer o outro, ou pelo menos, compartilhava métodos, logística e uma clientela vip disposta a pagar qualquer preço.
O Rancho Zorro e a Casa Dom Inácio como Centros do Horror
A comparação entre o Rancho Zorro de Epstein e a Casa Dom Inácio de Loyola de João de Deus é inevitável e assustadora. Ambos eram complexos isolados, protegidos por segurança privada e veneração pública, onde crimes hediondos ocorriam sob o nariz das autoridades e com a conivência da sociedade local.
Relatos indicam que Epstein tinha uma obsessão doentia por engravidar mulheres para espalhar seu DNA, enquanto João de Deus é acusado de vender bebês nascidos de estupros. A coincidência de propósitos sugere que o tráfico de crianças não era um “efeito colateral”, mas sim um modelo de negócio compartilhado pela elite perversa global que via seres humanos como mercadoria.
A Ponta do Iceberg
A citação de João de Deus nos arquivos de Epstein prova que o Brasil não estava isolado nesse cenário de horror. Havia uma autoestrada de crimes conectando Abadiânia a Nova York e às ilhas do Caribe. Continuaremos investigando essa conexão, pois a justiça plena só virá quando todos os elos dessa corrente, incluindo os intermediários famosos e os financiadores ocultos, forem expostos e punidos.

João de deus (minúsculo mesmo, porque o deus dele é satanás), o queridinho da esquerda.
Isso aí explica muita coisa…